domingo, 19 de agosto de 2012

22ª Bienal do Livro de SP

Ontem realizei dois sonhos: visitei a Bienal do Livro de SP e cobri um grande evento.
Foi cansativo, corrido, estressante, mas um dos melhores dias da minha vida!
Tive o prazer de entrevistar o Ziraldo (e até ganhar um abraço!), Walcyr Carrasco e Eduardo Moreira. Acompanhei a palestra do FHC, vi de perto a sessão de autógrafos do Maurício de Sousa e da Thalita Rebouças.
Conheci o poder que a imprensa possui, todas as portas eram abertas só em mostrar o crachá! Aprendi a me virar sem pauta, a correr atrás dos entrevistados e focar no trabalho quando o que eu mais queria era diversão.
Percebi o quão difícil pode ser a profissão de jornalista, mas também, gratificante.
O resultado de tudo isso?! Vocês conferem essa semana no Espaço Unisanta!
Espero que tenha sido a primeira, de muitas visitas à Bienal do Livro (:




Josh Herbert e Joshua O'keefe

Pois é, minha gente! Depois de tanto tempo sumida, eu voltei! Sei lá, não estava animada para postar no blog; mas se preparem porque agora voltei com tudo! hahahaha
Estou com planos (há um ano e meio, para falar a verdade...) de fazer um vlog com uma amiga também, e (espero) até o final desse ano sai :P
Enfim, vamos aos assuntos de hoje!

São duas dicas de música: Josh Herbet e Joshua O'keefe.
É engraçada a história de como eu os conheci, porque na verdade, eles vieram à mim! Primeiro, foi o Josh Herbert, ele em seguiu no twitter (prática muito comum de artistas que estão começando a carreira e querem ganhar fãs e ficarem conhecidos), e então fui ver quem era e escutar suas músicas. Na hora me apaixonei! Além de fazer ótimos covers, ele tem um jeitinho todo lindo *-*
A partir daí comecei a stalkear ele e descobri um pouco sobre a vida dele... Josh mora em Pittsburgh, nos Estados Unidos, tem 22 anos e antes de ser cantor, era jogador de hóquei! Por isso o número '11' no twitter dele, porque era o número da camisa que ele vestia.
O último cover que ele fez é da nova música da Taylor SwiftWe Are Never Ever Getting Back Together, vale a pena conferir! :D


 Ah, tenho que contar que uma vez ele fez uma espécie de promoção; as cinco primeiras pessoas que enviassem uma foto compartilhando o cover dele da música Wide Awake, receberiam uma DM dele. ÓBVIO que eu fiz isso, e ganhei uma DM dele *_* Também fiz um vídeo pra ele, falando um pouco sobre mim, e ele favoritou! É muito amor <3
Josh também escreve algumas músicas, escutem Grind On Me. Amo tanto que é toque do meu celular *_*



Bom, vamos à segunda dica, o cantor Joshua O'keefe. Ele também me seguiu no twitter e então fui escutar suas músicas. Ele é britânico (oooh, como não amar?! x_x), mas vive entre Nashville(USA) e Londres. Seu estilo é country, e ele fez inclusive uma música para... Taylor Swift!


Mas fazem dois meses que ele não coloca música nova no seu canal do youtube =/
Tomara que venham mais canções por aí :D
Bom, essas foram as dicas de hoje, espero que tenham gostado!

xoxo

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Crítica: Viagem 2 - A Ilha Misteriosa

Como sempre, estou há meses esperando esse filme. Acompanhei as notícias sobre as filmagens por causa do maravilhoso Josh Hutcherson (Ponte para Terabithia), e claro, pelo filme em si. O primeiro é sensacional.

Para quem não viu, recomendo Viagem ao Centro da Terra, pois é uma história clássica e um filme muito bem feito, envolvente e com bastante ação. Podemos ver o Josh ainda criança, uma gracinha!



Mas bem, vamos ao novo filme. Minhas expectativas eram grandes, pois dessa vez iam falar de outro livro do Júlio Verne: A Ilha Misteriosa. Infelizmente, Brendan Fraser, não participou dessa nova produção; em compensação o novo protagonista escolhido foi o The Rock! Bom, com Josh Hutcherson e The Rock no elenco e uma história do Júlio Verne, motivos não faltaram pra ver esse filme!


O filme já começa mostrando Sean tentando decifrar um código, que é uma mensagem que os levará até  a ilha. E daí em diante, tudo ocorre muito rápido. Com 94 minutos de duração, achei que passou tudo 'voando' e não teve muita narrativa.

É tudo bem explicado, e não fica aquela sensação de que está faltando alguma coisa, pois tudo se encaixa bem. Mas acho que poderiam ter explorado muito mais a história. Em uma ilha fantástica como aquela, muita coisa pode acontecer. O diretor não foi o mesmo, e esse não soube aproveitar a oportunidade. Mas foi interessante na hora que eles caíram na ilha, fica tudo escuro, parece que deu um problema no filme; adorei esse "susto", rsrs.



Falando das atuações, adorei o Luiz Gusmán no papel de Gabato, o piloto do helicóptero que os leva à ilha. Figurinha carimbada de muitos filmes de Hollywood, ele é o personagem cômico do filme. Uma cena que adorei, foi o The Rock cantando "What a a wonderful world". 


Agora, um par romântico que não convenceu foi o Josh com a Vanessa, não tem química nenhuma. Aí você me diz 'Mas eles até namoraram na vida real!'. E daí, os personagens não combinaram. Ela despreza ele o filme todo, depois ele salva a vida dela, ela quase morre de nove e ela o beija. Ah tá ¬¬ Ok, eu não gosto dela mesmo, e acabou! aushuahsuhausa




Mas no todo o filme é bom, recomendo a todos que são fãs de fantasia a assistirem!


Nota: 8.5


Ah, pra alegrar a vista de vocês, uma foto do Josh na premiere do México! *-*



terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Ônibus do GESP em Santos

O Globo Esporte São Paulo (GESP) começou hoje um novo projeto. Um ônibus que irá viajar todo o estado, e a primeira cidade a receber a equipe do GESP foi Santos! Quando o Tiago Leifert anunciou isso ontem eu pirei, haha!

Já fazem quase dois anos desde que o vi pela primeira vez, na descida das escadarias de Santos. Nem preciso dizer que ele é um fofo, muito simpático e atencioso.



E hoje, eu tive a oportunidade de vê-lo pela segunda vez. Cheguei 12h30 à Vila Bemiro, onde o ônibus estava estacionado. Já tinha bastante gente, mas eu consegui um lugar bom, perto da janela para assistir ao programa.



Levei a minha GQ para ele autografar, mas como eu tava com a máquina na mão pra tirar foto, minha mãe que ficou segurando a revista. Nós aparecemos na Globo e tudo haha.



Mas depois que acabou o programa veio a melhor parte... Tinha umas meninas lá com plaquinha "Tiago tira foto comigo", "Eu entro no seu quarto sem sapato" (ele não deixa as pessoas entrarem no quarto com sapato, hehe) e afins. Então, ele chamou essas meninas e eu pra entrar no ônibus pra falar com ele! Muito poder! uahsuahusha O engraçado era o resto do pessoal, tudo com inveja hahaha.

Bom, chegando lá foi o paraíso, aquele ar condicionado maravilhoso ligado (estava muiiiito sol lá fora, eu fiquei bicolor até =S) e o Tiago nos esperando *-* Tiramos primeiro fotos em grupo (eram umas sete meninas, contando comigo) e depois cada uma foi pedindo autógrafo e tirando foto individual.

Eu falei que já tinha conhecido ele há dois anos e era um prazer revê-lo, e ele "Nas escadarias de Santos, né?". Pronto, Desirée morre! hahahaha ELE LEMBROU DE MIM! Daí eu fiquei conversando com ele, falei que sabia que a primeira cidade ia ser Santos quando ele disse que começava com "S". Aí ele "Mas poderia ser Sorocaba, São José dos Campos...". Eu: "Mas eu sei que você gosta daqui :)" e ele "Gosto mesmo, já cobri muito jogo aqui quando eu era da SporTv".

Aí eu falei que não tinha acreditado quando vi a máquina pra colocar proteção pra entrar no quarto dele; ele conto que compro no Rio Grande do Sul, e que tá precisando do refil. Isso tudo eu sentada lá naquele sofá maravilhoso, do lado dele e ele autografando as coisas, haha. Aí eu disse que to fazendo Jornalismo e que daqui a dois anos ia procura emprego na Globo. "Vai mesmo, que ano você tá?", eu disse que tava no terceiro e ele falo pra mim procura por estágio que em agosto eles começam a escolher *-*

Como se eu já não estivesse morta feat enterrada, ele fala 'adorei essa caneta' e era a minha caneta, aí eu falei pra ele 'pode ficar!' Aí nós tínhamos que ir embora, eu abracei ele mais uma vez e ele disse que acha que esse ano vem de novo pra descida nas escadarias de Santos, no começo de março, e eu "ok, vô tá lá! até mais!".

E assim terminou meu segundo encontro com o melhor repórter/apresentador/editor-chefe da TV Brasileira. =)











terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Greek





Há dois meses eu começei a ver a série norte-americana "Greek", pois o Devon Werkheiser participou de alguns episódios da 4ª temporada. Como eu não queria baixar apenas os episódios que ele atua, porque não ia entender o enredo da história, decidi ver desde o começo, pois o tema me parecia interessante.


A série gira em torno das fraternidades gregas da Universidade fictícia Cyprus-Rhode. Zeta Beta Zeta, Omega Chi e Kappa Tau são as fraternidade em foco na trama. Os personagens principais, Rusty, Cappie, Casey, Evan, Rebecca, Ashleigh, Calvin e Dale, permanecem durante todas as quatro temporadas.


ATENÇÃO! CONTÉM SPOILERS!


Baseada na comédia, Greek me mostrou ser muito mais do que uma história engraçada de faculdade, como é a franquia dos filmes American Pie. A cada episódio, acompanhamos os medos e dilemas de personagens que são fictícios, mas representam muito bem os jovens. Entre festas e estudo, vemos a rotina de pessoas que estão "velhas" demais para serem adolescentes, e não estão maduras o suficientes para estar no mundo adulto.


A cada temporada vemos entrar e sair histórias paralelas, que contribuem para o agitado dia a dia da CRU. Personagens, que assim como na vida real, podem permanecer por pouco tempo na nossa vida, mas deixaram sua marca. O primeiro amor, a primeira festa na faculdade, a primeira nota baixa, brigas familiares, desentendimentos com os amigos... Tudo isso pode ser encontrado em Greek.; e se você está no meio acadêmico, na sua vida também.






Podemos ver em Cappie (meu personagem masculino preferido =D) o cara que só quer curtir a vida sem pensar no amanhã. Rebecca é filha de um político, e está acostumada a controlar todas as situações, sem se importar com as pessoas. Calvin é o amigo gay da galera, mas que não quer ser rotulado apenas por essa característica. Evan é o "mauricinho" (meu Deus, será que ainda usam essa expressão!? aushauhsuahs) mimado, que acha que o dinheiro compra tudo. Casey é a loira bonita e popular, mas ao contrário do que alguns filmes e séries mostram do esteriótipo, não é nada burra e tem bom coração. Rusty é seu little brother, o nerd que quer mudar de vida e aprender a se divertir mais. Dale é o nerd religioso, que não aceita os pecados do mundo e tenta converter todo mundo. E Ashleigh (minha personagem feminina favorita *-*) é a melhor amiga animada e divertida, com quem se pode contar em todas as horas.


Mas isso é apenas parte do perfil dos personagens, eles são muito mais que isso, pois como todo mundo, eles tem seus dias bons e maus. A trama é muito bem feita, não caindo na mesmice ou enrolação, com doses certas de humor e drama.

Bom, vamos aos spoilers, se você quer ver a série e não saber o final, essa é a hora de parar.
No final da terceira temporada, Casey, Evan e Ashleigh se formam. Pensei que era forçar muito continuar com eles na série ou mesmo continuar com a mesma. Mas não, conseguiram fazer de uma forma que só deixou a história melhor! Com apenas dez episódios, a quarta temporada é bastante tensa, e todas as resoluções começam a ser feitas. 






Mas é só realmente no último episódio que temos o final feliz de Casey e Cappie (como eu esperava *.*) e Rusty e Ashleigh (um casal que tinha tudo pra ser formado muuuito antes, lamento isso =/ ). Ficamos sem a resposta sobre Rebecca e Evan, que parece que terminaram como amigos. Dale começou a namorar Laura, uma ZBZ, e logo de cara já deu suas letras para ela ('dar as letras' é uma forma de compromisso), o que achei bem forçado. No mais, o final foi perfeito.


Nunca vou esquecer as burrices e fofuras do Beaver (liiindo *-*), as maldades da Frannie, a polêmica da Jen K, o abandono da Jordan, o Max com seu coração partido, a traição do Fisher, e todas as outras aventuras de quatro anos de gravação da série, que eu vi em dois meses.


Always Greek

sábado, 7 de janeiro de 2012

Crítica: Amizade Colorida

Quando começei a ver Amizade Colorida pensei que era mais uma comédia romântica cheia de clichês, com uma história de cinema, que é impossível de se ver na vida real. Mas o elenco ganhou um ponto positivo comigo: eu não tinha visto nenhum filme com os atores principais antes (Mila Kunis e Justin Timberlake), então não sabia o que esperar. E foi aí que tive surpresas.




A narrativa se passa em Nova York (outro ponto positivo comigo *-*), e conta a história de dois amigos solteiros, Jamie e Dylan, que decidem fazer sexo sem se envolver emocionalmente, já que os dois acabaram de sair de relacionamentos que não deram certo.

O filme tem um timing perfeito, daquele que você pensa "ah, mas já acabou?" quando termina. O diretor Will Gluck soube dar leveza na história, sem deixá-la superficial. Com um enredo que poderia fazer parte da vida de qualquer um, Amizade Colorida mostra a realidade (claro, com um toque de Hollywood).

Com cenas bem engraçadas, a Mila e o Justin formaram um casal maravilhoso, sem tornar os personagens perfeitos demais. E foi aí que tive a surpresa; nunca fui fã do Justin como cantor, então não estava 'botando fé' nele como ator, mas ele mostrou que se saí melhor nessa profissão do que cantando. A Mila também é excelente atriz, trazendo para a história a verdadeira mulher moderna: parece durona, mas na verdade quer achar o seu príncipe encantado.



Diferente de outros filmes, onde há bastante espaço para amigos e familiares dos personagens principais, nesse o foco foi quase que total para Jamie e Dylan. Com exceção da mãe de Jamie e do pai de Dylan, que ajudam a construir o 'final feliz' do filme.

Recomendo totalmente o filme. Garanto que será diversão garantida, com um toque de romantismo (e até eu que não sou das mais românticas, adorei essa parte!).


Nota: 9.0

sábado, 31 de dezembro de 2011

Briddget Jones vs. Becky Bloom

Essa semana terminei de ler O diário de Bridget Jones e Os Delírios de Consumo de Becky Bloom.
Já havia visto os dois filmes da Bridget, e adorado, mas ler e ver a história da Becky foi novidade. Estava crente que iria adorar, pois me identifico com a vida de shopaholic que a Becky leva, mas tive uma surpresa.


Bridget Jones é uma obra-prima, considerado o pioneiro dos livros "chik lit" (literatura sobre as mulheres modernas), e se você é mulher com certeza irá se identificar em pelo menos uma das características da marcante Bridget.


Becky Bloom, depois de muito ouvir falar bem a respeito do livro e do filme, posso dizer que é uma cópia mal-feita da Bridget. Sophie Kinsella (autora de Becky Bloom) tentou dar um ar de Bridget à sua personagem, mas errou feio. A seguir vou mostrar algumas "semelhanças" e diferenças entre as duas. Só para ficar claro, Bridget veio primeiro, em 1996, e Becky em 2000.




                                                         Bridget Jones                                                                                        

      É britânica, com um charme inconfundível e elegância, apesar de ser super atrapalhada.                                                                                                                                                      
      Seus dilemas são os de todas mulheres: peso, bebida, cigarro, trabalho e namorado.                                                     

                  Tem amigos fiéis e divertidos, que estão com ela em várias situações.                                                                    

           Possui dois romances durante o livro, encontrando o verdadeiro amor, no segundo.                                                    

                       Várias referências à vida na Inglaterra são feitas durante o livro.                                                                          

                         Sincera em todos os momentos, e uma filha dedicada aos pais.                                                                   

                            Não está feliz com o emprego, então vai atrás de um melhor.                                                                                               

                     A história se passa em diversos lugares, e Bridget até faz uma viagem.        
                                        


  Acompanhamos um ano na vida da personagem, e em forma de diário ela nos relata suas aventuras.     

              


Becky Bloom



Também britânica, mas tão espalhafatosa que não possui um pingo de classe.  


    Seu único problema são as compras. Não se controla e gasta mais que ganha.


Possui uma única amiga, a qual divide o apartamento.


 Não possui namorados, apenas um pretendente, e no final um affair.


Apesar de também morar lá, mais parece Nova York.


Mente constantemente, e só procura os pais quando está numa pior.


  Não gosta do emprego, mas continua lá  pois precisa do dinheiro.


A vida de Becky não sai da rotina de compras e trabalho.


São apenas alguns meses da vida de Becky,  narrados como em um diário.




Mas calma, nem tudo está perdido. O filme "Os delírios de consumo de Becky Bloom" tem muito pouco em comum com o livro. Na verdade apenas os nomes e a essência de uma shopaholic são iguais. Felizmente, o filme é muito bom, com produção de Jerry  Bruckheimer, mostra uma Rebecca Bloomwood divertida e bem mais interessante do que a do livro.


Não li os outros livros da série Becky Bloom, talvez eu leia pare ver se melhora... mas não sei. hehe


Bom, esse é o último post no ano. Volto em 2012 com muito mais crítica de filmes e livros, séries novas e cantores legais.


Feliz Ano Novo e muitas Atitudes Dinâmicas pra vocês! ;)